Engenharia de avaliações e perícias rurais
Desde julho de 2026, o banco decide a prorrogação caso a caso. O que pesa nessa decisão, e na Justiça, é a prova técnica — e é isso que eu faço.
Um único laudo, com a constatação da quebra de safra e a capacidade de pagamento, com responsabilidade técnica (ART), por engenheiro agrônomo.
A regra mudou. O que decide continua sendo a prova.
Diante de frustração de safra ou dificuldade de comercialização, as normas do crédito rural preveem a prorrogação da dívida. Seja na negociação com o banco, seja na Justiça, o pedido só se sustenta quando a perda e a incapacidade de pagamento são comprovadas tecnicamente. Um pedido sem prova robusta costuma ser negado pelo banco ou indeferido na Justiça.
Meu trabalho é construir essa prova: medir a quebra por talhão, amarrar a causa ao evento climático e demonstrar, com números, a capacidade de pagamento — em um laudo que se sustenta também no contraditório, caso o pedido chegue ao Judiciário.
Você quebrou a safra, a parcela venceu e o banco está cobrando. Eu preparo o laudo técnico que instrui o seu pedido de prorrogação — para apresentar direto ao banco ou entregar ao seu advogado.
Pedir orçamentoSua tese de prorrogação depende de prova técnica bem feita. Atuo como o seu braço agronômico: laudo de quebra de safra, laudo de capacidade de pagamento, sugestão de quesitos e assistência técnica em perícia.
Falar sobre parceria Ver página para advogadosO que eu entrego
Tudo no mesmo documento: a prova da perda e a demonstração de que a dívida não cabe no cronograma atual.
Quando o caso vira processo, atuo como assistente técnico da parte, sugiro quesitos e acompanho a perícia — com o mesmo laudo já construído em padrão que resiste ao contraditório.
Você responde um questionário curto sobre a atividade e a perda.
Com o cenário em mãos, envio o orçamento do laudo.
Reunimos cédulas, notas, romaneios e dados da área.
Quebra de safra e capacidade de pagamento, com dados e mapas.
Entrego o laudo assinado, pronto para banco ou processo.
| Você fornece | O laudo demonstra |
|---|---|
| Cédulas rurais e relação de operações | Natureza rural do crédito, saldos, vencimentos e encargos |
| Romaneios, notas de venda, extratos de armazém | Produtividade efetivamente obtida na safra |
| Áreas plantadas por safra e matrículas dos imóveis | Base de cálculo da produtividade e da área efetivamente cultivada |
| Notas de insumos e serviços | Correta condução da lavoura e custos reais de produção |
| Dados da área (CAR, mapa, coordenadas/KML) | Delimitação das glebas afetadas e base para o NDVI |
| Registro do evento e decretos de emergência | Ocorrência do fator adverso e o nexo causal com a perda |
Precisa ser feito por um profissional legalmente habilitado, com responsabilidade técnica registrada (ART). Como a constatação da quebra de safra é uma análise agronômica — produtividade, manejo, efeito do clima sobre a lavoura —, o engenheiro agrônomo é o profissional indicado. Um laudo genérico ou feito pelo próprio produtor, sem responsável técnico, tem pouca força e costuma ser derrubado.
Sim, quando a dívida vem de perdas que se repetiram. Nesse caso o laudo examina o período em conjunto, safra por safra, e mostra como as perdas, os custos e os preços de venda acumularam o desequilíbrio.
Não existe um formulário exigido por lei. O que a norma exige é a comprovação de que a frustração de safra causou a incapacidade de pagamento, e esse ônus é do produtor. Na prática, o laudo técnico é o meio de prova por excelência e indispensável: sem ele, o pedido fica genérico e costuma ser negado.
Não. Nenhuma norma exige vistoria presencial como condição de validade. Quando a safra já foi colhida, o laudo se sustenta em sensoriamento remoto (NDVI), dados climáticos, romaneios, notas e decretos. Se ainda há vestígios no campo, a vistoria agrega e vale a pena, mas é ferramenta, não exigência.
Não, e desconfie de quem garante. Eu presto serviço técnico: entrego a prova mais robusta possível da perda e da capacidade de pagamento. A decisão sobre conceder a prorrogação é do banco ou do juiz, e depende dos requisitos de cada caso. O que está sob meu controle — e é o que aumenta muito as suas chances — é a qualidade do laudo.
Todo o Brasil, com base em Campo Grande/MS. Atendo soja, milho, algodão e pecuária de corte e leite.
Tenho base em Campo Grande/MS e atendo todo o Brasil. Isso importa: um laudo de quebra de safra vale pela precisão dos dados locais — produtividade regional, janela de plantio e o comportamento real do clima na sua área, que levanto para cada região.
Daniel Vasques Aleixo é engenheiro agrônomo (CREA-MS 12.577/D) e engenheiro de segurança do trabalho, com 18 anos dedicados à engenharia de avaliações e a perícias judiciais e extrajudiciais nas áreas rural e ambiental. À frente da Daniel Aleixo Engenharia de Avaliações e Perícias, atua como perito nomeado no TJMS, no TJMT e na Justiça Federal e como assistente técnico das partes, elaborando laudos para produtores, advogados e instituições — com base em Campo Grande/MS.
Entre suas especialidades estão, especificamente, os laudos de quebra de safra e de seguro agrícola, além da avaliação de imóveis rurais, das desapropriações e servidões e da perícia ambiental — a base que sustenta uma análise de capacidade de pagamento sólida. Trabalha também com sensoriamento remoto e aerofotogrametria por drone, o que reforça a comprovação da perda pela imagem da própria área.
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Quanto antes a quebra de safra é comprovada tecnicamente, maiores as chances de renegociar em boas condições e proteger a próxima safra. Fale comigo e receba um orçamento.
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